Leque Indígena da Etnia Baré (L1-19)
Leque Indígena da Etnia Baré (L1-19) Leque Indígena da Etnia Baré (L1-19) Leque Indígena da Etnia Baré (L1-19) Leque Indígena da Etnia Baré (L1-19) Leque Indígena da Etnia Baré (L1-19) Leque Indígena da Etnia Baré (L1-19)
R$ 66,00

 Detalhes:

  • Feito a mão no Brasil (Estado do Amazonas) por artesãos da Etnia Baré
  • Tamanho: 29 cms de comprimento e 26 cms de largura (pode variar um pouco devido à natureza artesanal do produto)
  • Este urutu é vendido individualmente.
  • Material: Palha de Tucumã

Sobre a Associação: 

Com a fibra de piaçaba, cipó-titica, cipó- uambé e arumã, sementes naturais e madeira, o núcleo que reúne indígenas das etnias Baré, Baniwa, Tariano, Tukano e Tuyuca produz seu artesanato com as técnicas tradicionais do trançado e do entalhe. A diversidade de produtos encanta, reunindo desde bio-joia e cestaria, até peças decorativas e utilitárias, como bancos, barcos em miniatura, abanos, bolsas, entre outros.

NACIB nasceu em 2012, a partir da reunião de alguns indígenas que desejavam criar um núcleo para promover atividades voltadas para a geração de renda. A ideia era de representar as artesãos e os agricultores indígenas, além de buscar parceiros, meios de inserção no mercado e de divulgação dos trabalhos, o que também é uma forma de lutar pela valorização das culturas tradicionais indígenas.

As comunidades são unidades residenciais geralmente mais afastadas dos núcleos urbanos. Possuem escola, posto de saúde, centro comunitário e por vezes uma capela católica ou evangélica. Antes da associação, os artesões indígenas, de forma geral, produziam sem orientação quanto às práticas de mercado, sofrendo muitas vezes com a exploração dos compradores que pagavam um preço muito abaixo do que seria justo. Após a organização associativa, o processo de produção ficou mais justo e as artesãs se encontram mais capacitadas. O Núcleo, hoje, reúne vários grupos culturais e artesanais indígenas de Barcelos.

o NACIB hoje se tornou um modelo de referência para outros grupos, sendo convidado pela Funai e pelo Sebrae para compartilhar seus saberes em outras regiões do Amazonas.

* Texto extraído do site da Artesol (Artesanato Solidário)