Leque Indígena da Etnia Baré M1
Leque Indígena da Etnia Baré M1 Leque Indígena da Etnia Baré M1 Leque Indígena da Etnia Baré M1 Leque Indígena da Etnia Baré M1 Leque Indígena da Etnia Baré M1 Leque Indígena da Etnia Baré M1 Leque Indígena da Etnia Baré M1
R$ 79,00

 Detalhes:

  • Feito a mão no Brasil (Estado do Amazonas) por artesãos da Etnia Baré
  • Tamanho: 27 cms de comprimento e 31 cms de largura (pode variar um pouco devido à natureza artesanal do produto)
  • Este leque é vendido individualmente
  • Material: Palha de Tucumã

Sobre a Associação: 

Com a fibra de piaçaba, cipó-titica, cipó- uambé e arumã, sementes naturais e madeira, o núcleo que reúne indígenas das etnias Baré, Baniwa, Tariano, Tukano e Tuyuca produz seu artesanato com as técnicas tradicionais do trançado e do entalhe. A diversidade de produtos encanta, reunindo desde bio-joia e cestaria, até peças decorativas e utilitárias, como bancos, barcos em miniatura, abanos, bolsas, entre outros.

NACIB nasceu em 2012, a partir da reunião de alguns indígenas que desejavam criar um núcleo para promover atividades voltadas para a geração de renda. A ideia era de representar as artesãos e os agricultores indígenas, além de buscar parceiros, meios de inserção no mercado e de divulgação dos trabalhos, o que também é uma forma de lutar pela valorização das culturas tradicionais indígenas.

As comunidades são unidades residenciais geralmente mais afastadas dos núcleos urbanos. Possuem escola, posto de saúde, centro comunitário e por vezes uma capela católica ou evangélica. Antes da associação, os artesões indígenas, de forma geral, produziam sem orientação quanto às práticas de mercado, sofrendo muitas vezes com a exploração dos compradores que pagavam um preço muito abaixo do que seria justo. Após a organização associativa, o processo de produção ficou mais justo e as artesãs se encontram mais capacitadas. O Núcleo, hoje, reúne vários grupos culturais e artesanais indígenas de Barcelos.

o NACIB hoje se tornou um modelo de referência para outros grupos, sendo convidado pela Funai e pelo Sebrae para compartilhar seus saberes em outras regiões do Amazonas.

* Texto extraído do site da Artesol (Artesanato Solidário)