África do Sul

Artesãos da etnia Zulu

Origem: África do Sul

As peças são feitas à mão na África do Sul por um projeto que reúne artesãos da etnia Zulu da região de Kwazulu-Natal. O projeto tem como objetivo gerar renda e oportunidades de trabalho para pessoas de comunidades rurais africanas. O tradicional trançado com palha natural foi substituído por fio de telefone, tornando-se assim marca registrada da cestaria da África do Sul. As cestas possuem desenhos e cores vivas que alegram qualquer decoração.

One Of Each

Origem: África do Sul

Revelar a África para o mundo – esse é o propósito da One of Each – marca de produtos de luxo, com o melhor do design africano contemporâneo. A partir da combinação de camurça, couro e tecidos estampados, nascem as bolsas e clutches repletas de ancestralidade. Os tecidos são criados de forma tradicional, a partir da impressão em cera, procedentes do Zimbábue, Nigéria e Congo. A história está presente também nas estampas, com desenhos que retratam provérbios locais, personalidades, flora e fauna da região. A valorização das tradições e o apoio à economia local estão aliados à distribuição de renda, dando o tom para um comércio mais justo e humanizado.

Brasil

Associação das Comunidades Ribeirinhas de Santarém

Origem: Santarém, Pará

As cuias feitas por esta associação são produzidas a partir do fruto da cuieira, árvore que se encontra em abundância na região de Santarém, no Pará, facilitando o trabalho das artesãs na hora de extrair a matéria prima. Em seguida passam pela pigmentação natural e o traçado com traços incisos, tornando cada peça única e carregando a assinatura de cada artesã. Todo o processo é feito zelando pelo meio ambiente, já que as artesãs reconhecem e demonstram esta preocupação. É provável que a confecção das cuias tingidas seja uma das tradições artesanais mais antigas presentes no baixo curso do rio Amazonas. Hoje, cerca de 20 famílias fazem parte do grupo que mantém viva a tradição das cuias.

Artesãos de Capitão Enéas

Origem: Capitão Enéas, Minas Gerais

Este grupo de artesãos pertence à associação de artesãos de Capitão Enéas em Minas Gerais. As peças são únicas e feitas à mão utilizando a fibra da bananeira e madeira de reaproveitamento. "Por meio dessas matérias primas que seriam inutilizadas criamos peças que expressam um pouco [...] das belezas mineiras". É por meio do artesanato que o grupo resgata sua cultura e imprime sua identidade.

Artesão Seu Gervásio

Origem: Prados, Minas Gerais

Os banquinhos são esculpidos em madeira e pintados à mão pelo artesão mineiro “Seu Gervasio”, na cidade de Prados. Os seus banquinhos são inspirados em diferentes animais, e com suas formas retangulares passaram a ser sua marca registrada, através deles Gervasio expressa e produz peças únicas e especiais com seu amor pelo artesanato.

Artesãs do Vale da Ribeira

Origem: Cerro Azul, Curitiba

A peças desse projeto são feitas no interior de Curitiba no Vale da Ribeira em Cerro Azul, município do Paraná. O projeto é formado por 8 artesãs, que por meio da técnica ancestral de traçado, utilizam a palha de milho descartadas na colheita para a produção do seu artesanato. Para dar vida às peças, algumas passam por um processo de tingimento natural dando cor à palha. A venda das peças pertencentes a este projeto contribuem para a sustentabilidade econômica de cada uma das artesãs e da comunidade onde vivem.

Coletivo de artesãs das comunidades ribeirinhas de Santarém

Origem: Santarém, Pará

A associação de artesãs às margens do Rio Arapiuns, surgiu em 2004 através da iniciativa de 10 mulheres que buscavam fonte de renda para a comunidade. Utilizando do traçado da palha do broto tucumã, essas artesãs produzem variados tipos de peças como bolsas, cestos, mandalas entre outros, que desde a colheita até a confecção carregam as histórias e a herança cultural da região. Ao longo do tempo, a associação foi se desenvolvendo e recebendo valorização, como por exemplo 2006 passaram a ter apoio do Sebrae estadual e fizeram a primeira exposição, no museu Edson Carneiro no Rio de Janeiro. Hoje em dia são compostas por mais de 30 artesãs, que se sustentam e vivem a partir de seu artesanato. 

NACIB (Núcleo de Arte e Cultura Indígena de Barcelos)

Origem: Amazonas, Brasil

O núcleo de arte e cultura indígena de Barcelos (NACIB) nasceu em 2012 no Amazonas a fim de lutar pela valorização da cultura tradicional indígena. A ideia era reunir comunidades de etnias diferentes e gerar oportunidade de trabalho e renda através das suas práticas ancestrais. Foi através da associação, que os artesãos puderam adquirir conhecimentos sobre mercado e aprender a valorizar cada vez mais o seu trabalho manual. Os artesãos vêm de comunidades residenciais afastadas da região urbana e juntos compõem essa associação que reúne indígenas das etnias Baré, Baniwa, Tariano, Tukano e Tuyuca.

Artesãos da etnia Baniwa

Origem: Brasil

Cada peça deste projeto é feita à mão por artesãos indígenas da etnia Baniwa na Amazônia. A técnica do trançado e os grafismos são parte da cultura ancestral desta etnia. A cestaria é trançada com arumã, uma espécie de cana que se encontra em regiões alagadas da Amazônia. Os indígenas Baniwa vivem na fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela em aldeias localizadas às margens do Rio Içana.

Mestre Aldemir Elias do Nascimento

Origem: Pernambuco, Brasil

Esta peça foi esculpida à mão pelo artesão pernambucano Aldemir Elias do Nascimento, que vem criando sua arte com entalhe em madeira há mais de 25 anos. Os bonecos são sua marca registrada e cada peça é entalhada e pintada à mão refletindo a alegria do povo nordestino. A matéria prima usada por ele, a madeira, é removida da floresta de maneira sustentável. São troncos de árvores que já não tem mais vida ou que tenham certificação de origem.

Mestre Aberaldo

Origem: Ilha do Ferro, Alagoas
Mestre Aberaldo nascido e criado na Ilha do Ferro, no estado de Alagoas, sempre teve o artesanato em sua vida, começando com seu avô, e seguindo para o seu pai, sua família produzia barcos, assim desde a infância foi ensinado sobre o trabalho com a Madeira. Entretanto, só começou a viver de sua arte quando alguns amigos de Maceió o visitaram, viram o trabalho e o levaram para a capital. Lá, passaram a vender para os turistas, assim desde o episódio não parou de esculpir. Sua marca registrada são as esculturas com figuras humanas, com formas distorcidas, que compõem e tornam seu artesanato tão único e especial.

Mestre Elias José

Origem: Paraíba, Brasil

As esculturas de mulher grávida são esculpidas em madeira e pintadas à mão pelo mestre paraibano Elias José. Foi após trabalhar como auxiliar de serviços gerais em uma maternidade que ele se inspirou a esculpir gestantes e representar esse momento tão importante e marcante na vida das mulheres. O artista consegue esculpir a beleza e a emoção das fases da gestação de uma forma sensível e delicada.

Associação de Artesãos Indígenas do Amazonas

Origem: Amazonas, Brasil

As peças realizadas por este projeto são feitas no Amazonas por mulheres da Associação de Artesãos Indígenas da etnia Baniwa de São Gabriel da Cachoeira, em parceria com o designer Sergio Matos. As cestas são feitas com a fibra de tucum extraída das palmeiras arumã. Para as mulheres da etnia Baniwa, o conhecimento do trançado é ancestral e essencial para a sustentabilidade econômica de suas famílias e para a preservação da identidade cultural Baniwa.

Gente de Fibra

Origem: Minas Gerais, Brasil

O projeto surgiu por volta de 1999, composto por mulheres artesãs que possuíam como objetivo uma renda para comunidade, porém valorizando o artesanato local e suas características. Assim, quando o artista local Domingos Tótora apresentou a técnica com papel kraft e folha de bananeira, as artesãs ficaram encantadas e formaram a Oficina Gente de Fibra. Hoje em dia a cooperativa é composta por 11 artesãs que trabalham todos os dias na sede, produzindo peças com as fibras extraídas do tronco da bananeira, e pintadas a mão, conseguindo garantir seu sustento e a disseminação de seu artesanato.

Artesão Idembergue Tenorio

Origem: Paraty, Brasil

Cada balão é feito à mão em Paraty pelo artesão Idembergue Tenório, que aprendeu a fazer os balões por amor. Sua então namorada e atual esposa é quem sabia fazer os balões, então sua desculpa para passar tempo com ela era seu interesse em aprender o artesanato. Os balões são feitos com cabaça, pintados à mão e finalizados com verniz. Além de gerarem renda para Idembergue e sua família, os balões também levam para onde forem a sua alegria e leveza.

Mestre Artesão José Alves de Olinda

Origem: Pernambuco, Brasil

Os rachos e navios negreiros são feitos à mão pelo mestre artesão pernambucano José Alves de Olinda. Filho de artesão e pai de família, Zé Alves já é reconhecido internacionalmente pela sua identidade artística. Suas obras são entalhadas em madeira louro-canela escurecida e pintadas à mão. Cada peça contribui para a valorização do artesanato popular de Pernambuco e a sustentabilidade econômica do artista e de toda sua família.
“Tenho muito orgulho do meu trabalho e até onde ele me levou. Através dele, criei meus filhos e me realizei enquanto pessoa e artista”.

Cooperativa de Artesãs de reciclagem criativa

Origem: Recife

O projeto tem a intenção de transformar toneladas de lixo plástico em peças decorativas sustentáveis. Um grupo de mulheres que antes coletavam lixo plástico para reciclagem, hoje são também empreendedoras desse projeto de "upcycling". Antes do projeto, elas vendiam o quilo do plástico a R$1,80 e hoje a criatividade das peças agrega tanto valor, que o mesmo quilo de plástico passou a render entre R$80 e R$150 reais. Além da enorme diferença em suas vidas financeiras, esse projeto também incentiva mulheres empreendedoras.

Artesão Douglas Oliveira

Origem: Prados, Minas Gerais

Douglas vem de uma família em que o artesanato sempre foi sua maior fonte de renda. Hoje, ele e sua esposa Skalath Lopes trabalham juntos desde a criação das peças e o corte da madeira até o acabamento e pintura final. A inspiração de suas peças vem do divino Espirito Santo, que segundo eles “Sempre nos ilumina e nos cobre com seus dons para que hoje nosso trabalho seja feito com muito amor”.

Artista Waxamani Mehinako

Origem: Aldeia Kaüpuna, Alto Xingu, Mato Grosso

Waxamani Mehinako, além de artesão, pode também ser considerado um artista plástico do território indígena do Xingu. Suas telas retratam os grafismos indígenas e pinturas corporais realizadas nos rituais do povo Mehinako. Além das tintas serem feitas de forma 100% artesanal, o Waxamani não utiliza pincéis ou réguas em sua pintura. Sua técnica envolve apenas sua criatividade e ensinamentos de seus ancestrais. A tinta preta é obtida através da mistura de resina da mata com carvão. Já a tinta vermelha é feita com as sementes do urucum.

Artesãos da etnia Yanomami

Origem: Região Amazônica, Roraima

Todas as peças deste projeto são feitas à mão por mulheres artesãs, da Hutakara associação Yanomami, na região de Roraima. As peças são produzidas utilizando técnicas passadas de geração em geração por mulheres da tribo, desde o tratamento dos materiais até o trançado da peça final. A associação junto com o Instituto Socioambiental (ISA), ajudam na divulgação e comercialização do artesanato, garantindo uma das principais rendas para o povo Yanomami.

Artesã Akeline Santos

Origem: Porto de Pedras, Alagoas

Artesã de uma das nossas peças mais vendidas, Akeline é a artesã que através da palha de ouricuri criou uma mandala que passou a ser sua identidade artística. Apesar de ser apenas uma peça, a mandala feita por Akeline é versátil e combina com qualquer decoração, desde as mais coloridas até as decorações de cores mais neutras.

Grupo produtivo de artesanato da comunidade Santa Isabel

Origem: Comunidade Santa Isabel, Amazonas

Em uma cidade ribeirinha do Amazonas, um grupo de artesãs se encontram uma vez por semana para utilizar sua sabedoria ancestral herdada da etnia Mura para tecer artigos de moda com palha natural. O grupo reúne apenas mulheres que além de fazerem o que amam, estão em busca da sua independência financeira. O artesanato feito por elas utiliza como matéria prima o cipó de ambé e titica, mas algumas peças também levam partes em madeira.

Coletivo de Artesãs Cearenses

Origem: Ceará

O grupo de 25 mulheres trabalha com trançado de palha de milho e carnaúba há mais de vinte anos e tem no artesanato a principal fonte de renda. O grupo se reúne com frequência para tratar das questões coletivas, dividir pedidos, produzir e organizar a comercialização. Desde o início contam com apoio do CEART - Centro de Artesanato do Ceará, tiveram muitos cursos de capacitação aprimorando os produtos e gestão do seu negócio.

Camboja

Manava

Origem: Camboja

A Manava é um negócio social que capacita as mulheres no Camboja seguindo as práticas de comércio justo. As artesãs trabalham juntas em uma oficina segura ou podem optar por trabalhar em casa para que também possam cuidar de seus filhos. A Manava faz parceria com uma ONG do Centro de Recursos da Mulher, que inclui treinamentos como gestão financeira, planejamento familiar, assistência médica, violência doméstica, parentalidade positiva, direito da mulher e inglês. Além de tudo isso, o projeto também possui práticas ecologicamente conscientes e colheitas sustentáveis, limitando o que é colhido para promover o crescimento futuro.

Colômbia

Associação de artesãs de Nariño

Origem: Sandoná, Nariño

Fazemos parceria com uma Associação de Artesãs composta por mais de 100 mulheres rurais, mães e chefes de família, vítimas do conflito armado, jovens, do município de Sandoná, departamento de Nariño, Colômbia. Herdeiras dessa arte ancestral que passou de geração em geração. Com esforço e dedicação para entrelaçar as fibras da iraca, elas tecem seus sonhos e esperanças pessoais e familiares, alcançando artesanato digno reconhecido mundialmente por sua originalidade, qualidade e design.

Gana

Associação de artesãos de Bolgatanga

Origem: Bolgatanga, Gana

Temos parceria com essa associação que apoia negócios que valorizam e capacitam seus artesãos por meio de treinamento, educação e praticam os prinípios do Comércio Justo. Nosso parceiro é especializado no fornecimento de peças africanas únicas e tecidas à mão com capim elefante. Fabricados com materiais naturais e tecidos em Bolga por incríveis tecelões, os artesãos são bem pagos e ainda recebem de 5% a 15% de comissão, além do que foram inicialmente pagos. A prática de tecelagem com o capim elefante é única nesta região de Gana e há séculos vem sendo passada entre gerações, permitindo que até hoje tenhamos acesso à esse tipo de artesanato tradicional.

Luumva

Origem: Accra, Gana

Os leques de tecido são feitos à mão em Accra que é a capital de Gana pelo nosso parceiro artesão Luumva. Cada peça utiliza tecido africano Ankara e couro. O processo de produção de cada leque é totalmente artesanal e os tecidos são feitos utilizando a técnica de tingimento à cera chamada batik. Os leques de tecido são típicos de Gana e levam um ar alegre e colorido por onde passam.

Índia

Mata Traders

Origem: Índia

A Mata Traders faz parceria com várias organizações de comércio justo na Índia e no Nepal que treinam e empregam centenas de artesãos em comunidades marginalizadas, com foco na igualdade de gênero e no empoderamento das mulheres. Cada acessório é cuidadosamente produzido por artesãos de diversas Cooperativas na Índia que são apoiadas e comercializadas através da Mata Traders.

Matr Boomie

Origem: Rajastão Ocidental, Índia

A Matr Boomie é um negócio social da Índia com certificação de Comércio Justo e que combina a sensibilidade do design moderno com formas de arte tradicionais inspiradoras, aproximando pessoas e culturas. Foi fundada em 2006 com a missão de criar oportunidades para mulheres e minorias realizarem seu potencial criativo, econômico e de liderança. Desde então, expandiram a rede para capacitar 20.000 artesãos em 40 comunidades parceiras em toda a Índia.

Barefoot College

Origem: Rajastão Ocidental, Índia

O Barefoot College é uma empresa social híbrida "sem fins lucrativos", que fornece soluções de desenvolvimento para os desafios que as comunidades rurais pobres enfrentam há mais de 45 anos, com o objetivo de torná-las autossuficientes e sustentáveis; valorizando e respeitando o conhecimento e a sabedoria que possuem. Uma das poucas organizações sem fins lucrativos sediadas na Índia cujos programas foram expandidos e exportados para o mundo em desenvolvimento, hoje a Barefoot College opera em 93 países e 15 estados na Índia.

México

Coletivo de mulheres Maias

Origem: Campeche, México

Este pequeno coletivo de artesãs cultivam a própria matéria-prima para seu processo criativo. As peças são tecidas em cavernas e cenotes que muitos dos artesãos possuem em suas casas com a intenção de manter a umidade necessária para manusear a fibra. A matéria-prima é a palha de jipi-japa, famosa pela sua durabilidade e textura fina e delicada. Cada peça contribui para a sustentabilidade econômica de cada artesã e da comunidade onde vivem.

Panamá

Coletivo de artesãs da etnia Kuna

Origem: Guna Yala, México

Este projeto reúne 30 mulheres do povo indígena Kuna no território de Guna Yala, no Panamá. Os tecidos mola, são produzidos através da técnica da costura de várias camadas coloridas de tecido, costurados apenas por mulheres, são peças que dependendo do tamanho podem demorar meses para ficarem prontas. Esse projeto reúne mulheres artesãs, que além de conseguirem sua independência financeira por meio de seu artesanato, transmitem a essência e a beleza de seu povo.

Suazilândia

Tintsaba

Origem: Suazilândia

Há mais de 30 anos confeccionando produtos carregados de belas histórias, a Tintsaba, empresa localizada na Suazilândia (Sul da África), já proporcionou, desde a sua fundação, que uma rede de 1 mil mulheres tivessem acesso a alfabetização e melhores condições de vida, apoiando de forma efetiva o desenvolvimento de cada uma delas por meio de cursos e oficinas, com temas como: liderança, desenvolvimento de habilidades, capacitações, conscientização ambiental e saúde da mulher. Embasada no comércio justo, produz cestas de sisal (fiados manualmente), cada um deles com dedicação de 50 horas de trabalho. Seu carro-chefe é a sustentabilidade, com o menor uso de água e utilização de corantes orgânicos, e está certificada pelo GOTs (Global Organic Textile Standard).

Baobab Batik

Origem: Suazilândia

A Baobab Batik é um negócio social sediado na Suazilândia, no Sul da África. Desde 1991, o batik (técnica de tingimento para tecidos multicoloridos e transformados em capas de almofadas, roupas e lenços) gera trabalho e renda para 35 mulheres artesãs em período integral. Tudo feito à mão, unindo liderança, inovação e respeito em todos os processos. Socialmente responsável, o grupo acredita na potência do coletivo - reinveste 50% dos lucros na sua rede de artesãs. É membro e fundadora da SWIFT (Swaziland Fair Trade), comprometido com os 10 princípios do Comércio Justo.

Quazi Design

Origem: Suazilândia

Sustentabilidade, comércio justo e transformação de vidas são o DNA da Quazi Design, que desde 2009 emprega artesãs com contratos permanentes, salário digno e aprendizado contínuo. Materiais que seriam descartados – como revistas, metal e vidro – transformam-se em bijuterias (colares, brincos e pulseiras) criados a partir de técnicas próprias, priorizando o uso de tintas naturais e colas à base de água. O uso do upcycling é uma realidade utilizada como forma de ressignificação dos materiais já existentes e que antes iriam para o lixo, ganhando vida nova e contribuindo para um planeta mais sustentável. Como resultado temos impacto positivo, segurança e autoestima para transformar vidas, além do sustento de famílias da Suazilândia (Sul da África). Em média cada uma dessas artesãs é responsável pela subsistência de sete pessoas. É membro fundadora da SWIFT (Swaziland Fair Trade).

Aqui, na Etnias Mundi, nós buscamos diversificar nossa curadoria ao máximo com consciência e avaliando cada parceiro através dos nossos valores.

9

Países

35

Artesãos Parceiros

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